A virtualização Open-Source e "live migration" no Ubuntu com KVM Linux

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  1. 1. O KVM da Lucid

Uma das áreas em que o software open-source tem realmente marcado desde sempre a sua presença, durante os últimos anos, é a da virtualização. Como tal a última versão LTS do Ubuntu, que oferece uma variedade de soluções de virtualização gratuitas, deixa isso bem claro. Abaixo, damos uma olhada em algumas dessas opções, com foco no KVM, e considerações sobre o seu significado para os utilizadores do Ubuntu.

KVM-Linux.jpegA tecnologia para a criação de máquinas virtuais está presente na computação desde há várias décadas. Foi no entanto mais recentemente, a partir de 1999, que esta se estendeu às plataformas "commodity" Intel e só a partir de 2006 ou 2007, no entanto, se apresentaramkvm-logo.png soluções de virtualização livre baseadas em código aberto, e já prontas para ambientes de produção.

Xen já existia, mas não totalmente open source, e só funcionou bem com os clientes Linux. O KVM foi incorporado no kernel do Linux (esta uma grande vantagem sobre as outras plataformas de virtualização actuais) no início de 2007, mas não ainda com maturidade suficiente na altura. Surgiu entretanto a Innotek com o VirtualBox solução eficaz e muito útil principalmente para os utilizadores de desktops.

Como resultado, as ofertas de virtualização proprietárias que eram as únicas escolhas realistas para grande maioria das organizações por um longo tempo, ganharam terreno e a VMware gozava de um quase monopólio no mercado corporativo, com uma concorrência de empresas como a Sun ea Microsoft, mas sem contendores fortes da parte da comunidade open-source ( Veja aqui a apresentação : Free Open-Source Virtualization ).

O KVM da Lucid

Mas até aos nossos dias, no entanto, muita coisa mudou. Não só o Xen amadureceu e se tornar capaz de rodarAnatomy-Kvm.gif sistemas operacionais mais modernos, mas também o Hypervisor KVM, nativo do Linux para suporte de paravirtualização, chegou aos seus próprios dominios (o Linux) e ganhou características que o tornam um verdadeiro rival e alternativa séria às soluções proprietárias.

Eu comecei a usar o KVM em máquinas de produção quando o Linux Ubuntu Hardy foi lançado em 2008. Naquela época, a KVM trabalhou de forma confiável e foi bastante fácil de implementar, mas muitas das suas características avançadas ainda estavam em desenvolvimento. Também não era grande o seu suporte para Windows em execução: eram por vezes necessários bastantes "hacks" para se conseguir obter clientes Windows a funcionar.

Fiquei no entanto muito bem impressionado com KVM. Não só sobre os repositórios do Ubuntu disponíveis fizeram um excelente trabalho, mas também na administração onde tudo se tornou muito mais fácil, como resultado de melhorias nos utilitários de gestão gráficos, como o Virt Manager, o Convirt ou muitas outras. 

Virt-Manager.png
 

O "Look-and-Feel" do Virt-Manager no Ubuntu 10.04

Talvez a mais notável de todas as capacidades actuais do KVM seja a uniformidade com que as máquinas virtuais podem agora ser "migradas ao vivo" entre máquinas fisicas, significando que eles podem ser movidos de um servidor físico para outro, sem qualquer tempo de inactividade. 

A VMware oferece essa funcionalidade, que é designada por VMotion , mas é muito cara. No Ubuntu 10,04 a migração simples entre hosts de KVM e XEN está disponível no GUI do virt-manager, ao alcance de apenas alguns cliques do mouse.

Com isto não se pretende afirmar que as alternativas open-source de virtualização fazem o trabalho melhor do que os seus congéneres proprietários, mas sim notar que existem alternativas de hypervisores open-source com boas prestações, mas que também alguns hypervisors proprietáriKVM_Overview.jpgos estão disponíveis com pouco ou nenhum custo, como é o caso do Virtual Box da Oracle, Xen da Citrix ou Vmware Server. 

E, apesar de a funcionalidade adquirida pela KVM e o Xen nos últimos anos, os utilizadores de desktops à procura de uma maneira fácil de executar o Windows sem a necessidade de "dual-boot", ainda são provavelmente mais bem servidos pelo VirtualBox.

O que queremos afirmar é que existem hoje muitas organizações, que actualmente dependem de ambientes de virtualização de código fechado e caro, e que poderão poupar um monte de dinheiro eganhar maior flexibilidade através da adopção de KVM ou Xen, para implementação de soluções de virtualização de acordo com as suas necessidades.

Artigo Original publicado por: Christopher Tozzi

Softelabs-small.gifSe também considera que a sua organização dispende actualmente grandes custos com soluções proprietárias de virtualização e automatização do seu Data-Center, ou se pretende implementar soluções fiáveis e flexíveis de virtualização com custos mais ajustados, não hesite em contactar-nos em info@softelabs.com.

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O Tech Paper on: Scaling SAP in a Red-Hat Virtualization Enviroment with KVM

Veja a apresentação: Open and Free Virtualization with Linux KVM Platform

KVM Virtualization Status

KVM is included in the mainline linux kernel since 2.6.20 and is stable and fast for most workloads.

It is also available as a patch for recent Linux kernel versions and as an external module that can be used with your favorite distro- provided kernel going back up to 2.6.16, therefore including all latest versions for Enterprise Linux Distributions.

Working 

  • Intel-based hosts (requires VT capable processors)
  • AMD-based hosts (requires SVM capable processors)
  • Windows/Linux/Unix guests (32-bit and 64-bit)
  • SMP hosts
  • SMP guests (as of kvm-61, max 16 cpu supported)
  • Live Migration of guests from one host to another (32-bit and 64-bit)
  • See the Guest Support Status page for a list of guest operating systems known to work
  • See the Host Support Status page for information on host hardware.
  • Guest swapping
  • Paravirtualized networking

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Chaves:
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 Kvm Live Migration.pdf
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293.62 kB23:08, 13 Jun 2010fgoncalvesAcções
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